23 de set. de 2010

LIDERES E LIDERADOS, APRENDENDO JUNTOS


Observando o desequilíbrio presente nas relações entre líderes e liderados encontramos dois grandes subgrupos: os bonzinhos e os revoltados. Esses perfis geram uma série de problemas e dificuldades que se alimentam, notadamente, da ingenuidade.

Eles sempre estarão presentes nos diferentes níveis da organização. Até mesmo um alto executivo pode desempenhar esses papéis, desde que ele tenha um superior para prestar contas de suas atividades.

Um exemplo é o personagem que atua de modo rígido diante de sua equipe e de seus pares, mas se comporta bem diferente quando na frente de seus superiores. Com estes últimos se sente frágil, tendo que agradar, sem autonomia, enfim  com pouca inteligência emocional.

Essa conduta é muito perigosa e, independentemente do nível hierárquico, chega a colocar em risco os rumos da organização. Por aceitar os desafios sem questionar, lança-se numa ação de cabeça, dilacerando subordinados e pares na tentativa de conquistar o prometido, o que, muito freqüentemente, não acontece. Usando uma expressão popular como mote: morre-se na praia.

Podemos observar essa dualidade comportamental de maneira similar ao olhar conferido aos dois lados de uma mesma moeda. Diferente de cara e coroa, teremos a contenção se manifestando em um momento e a compulsão em outro